Depois de retirar direitos adquiridos dos professores municipais, com a complacência da APLB; contratar o dono da empresa participante do golpe na saúde, em 2000, no valor de 80 mil reais; deixar sem funcionar a Casa de Parto e Proassist; pagar meio salário aos servidores contratados; eliminar a escolinha de futebol; contratar empresa, por quase 1 milhão e trezentos mil, para fazer serviços básicos em escolas municipais; trazer secretária de saúde de fora, para apresentar problemas na rádio FM, ao invés de mostrar soluções; usar caçamba do PAC para recolher lixo, deixar o CAPS sem remédio; deixar o DISEP sem emitir carteiras de identidade e certificados de reservistas, o atual prefeito Moacyr Leite Júnior não se contentou com as maldades e contratou duas salas do sindicato rural, do qual é presidente, por 12 mil reais anuais e para contrabalançar, contratou em forma de comodato, o carro de som da campanha de 2016, em nome do seu filho e outro carro em nome da mãe. Vale lembrar que, os veículos já vinham sendo utilizados desde janeiro, com motoristas pagos pela prefeitura. Foi regularizado agora para justificar a irregularidade.
Enquanto a administração esbanja dinheiro público, com viagem esfarrapada à Brasília, os professores prejudicados sofrem com redução dos seus parcos recursos.
Alunos da rede pública têm que engolir goela adentro, uniformes com frisos amarelos (cor da campanha à eleição do prefeito), distorcendo totalmente de uma tradição e de uma lei municipal, que fala da cor azul nos frisos do uniforme (devem ser os puxa-sacos de plantão que devem ter inventado essa moda). Até a cor dos prédios públicos tem a predominância amarela.
Uruçuca inteira comenta que a maioria dos bens do prefeito encontra-se em nome de terceiros e familiares, devido a possibilidade de serem tomados pela justiça. Como disse o deputado federal Valmir Assunção “o prefeito de Uruçuca voltou para saquear o município”.
Cumprindo agenda desde sexta-feira (31) nas cidades de Juazeiro, Sobradinho e Casa Nova, no norte do estado, o deputado estadual Marcelino Galo (PT) conclamou a classe trabalhadora a “permanecer unida, mobilizada e nas ruas contra as reformas e retrocessos que os golpistas querem impor ao Brasil”. Em Juazeiro, Galo defendeu ainda que a população pressione os deputados baianos que votaram pela regulamentação da terceirização no país e que apoiam as reformas da previdência e trabalhista, propostas pelo governo Michel Temer e articuladas pelo PSDB, PMDB e DEM no Congresso Nacional.
“A classe trabalhadora tem que pressionar os deputados que defendem e querem tirar direitos e pressionar também seus apoiadores nos municípios. Os golpistas já provaram que não tem compromisso com a soberania nacional, com a classe trabalhadora e com os mais pobres, por isso não merecem sossego. Contra os usurpadores e suas reformas nefastas, trabalhadores do Brasil tem que ocupar as ruas, pressionar, lutar”, enfatizou o parlamentar, que em suas visitas ao interior do estado tem debatido a crise hídrica e as consequências que, em sua opinião, as reformas trabalhista e da previdência vão causar ao Brasil. “Essa parceria PMDB, PSDB e DEM criou o caos institucional no Brasil com o golpe, e agora querem criar o caos social”, ressaltou Galo, em Casa Nova.
Rui: "É mais uma oportunidade para que jovens inseridos na tecnologia ampliem seus horizontes". (Fotos: Manu Dias/GOVBA)
O governador Rui Costa começa a semana de trabalho na capital baiana dando ênfase à tecnologia. Na manhã desta segunda-feira (3), ele recebe a imprensa, além de secretários, deputados e alunos de robótica, para falar sobre o Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia do mundo, que em 2018 será realizado na Bahia. O encontro acontece no Salão de Atos da Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia (CAB).
Na terça-feira (4), Rui visita o município de Feira de Santana, no Centro norte baiano, onde cumpre intensa agenda. Às 9h, ele inaugura a nova sede da representação regional da Procuradoria Geral do Estado (PGE), além de participar da comemoração de aniversário do órgão. Ainda no município, Rui assina ordem de serviço para a construção da Policlínica Regional e segue dando ordem de serviço para início das obras de ampliação do sistema adutor das estações elevatórias de água tratada.
Dando continuidade à visita à “princesinha do sertão”, o governador faz a entrega de equipamentos de salvamento, além de veículos, para o 2° Grupamento de Bombeiros Militares da cidade. Ainda na área da segurança, Rui faz a entrega de seis viaturas para a Polícia Civil reforçar a frota do município. Fechando os compromissos na parte da manhã, o governador entrega dez viaturas para a Polícia Militar.
Ainda na terça (04), de volta a Salvador, Rui assina, às 14h, o contrato de publicização da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA). Na ocasião, ele participa da camerística da Orquestra. O evento acontece no Foyer do Teatro Castro Alves (TCA), no Campo Grande.
| AGORA | Cerca de 450 indígenas da etnia Guarani interditam, desde a madrugada desta segunda-feira (3), a ponte Ayrton Senna, no município de Terra Roxa, que liga Guaíra (PR) e Mundo Novo (MS), no Oeste do Paraná. Em carta dirigida à Funai, ao Ministério Público e às autoridades municipais e estaduais, os indígenas cobram melhores condições de vida. Entre as pautas principais estão a demarcação dos territórios, acesso a saneamento básico, cestas básicas, água, saúde, educação, reforma das vias de acesso às aldeias e às escolas, contratação de agentes de saúde e de professores.
(Informações: Luciano Palagano e redação do Brasil de Fato PR | Fotos: Luís Fernando Jacques) #BrasildeFatoPR#BrasildeFato
Quando as máscaras caem: um alento aos lutadores pela democracia
O momento crítico que vivemos na política nacional tem um lado positivo. As ilusões se esvanecem. Os atores mostram quem verdadeiramente são. As mentiras, por terem pernas curtas, não acompanham o passo do tempo. Consegue-se perfeitamente distinguir cínicos de hipócritas, covardes de corajosos, bobões de espertalhões, viciados de virtuosos. A crise exige tanto de nós, que as opções se estreitam. Passamos a viver um tabuleiro de xadrez, em que há peças pretas e brancas, mas não há lugar para peças cinzas.
É neste momento, também, que se testam as instituições. Se estão aptas a defender a democracia e o estado de direito ou se se submetem ao ditado da opinião pública forjada por aqueles que surfam no caos. Vêem-se quão dominadas estão pelas corporações, incapazes de enxergar além de seu umbigo, longe dos interesses do país e de sua sociedade.
Esse desnudamento da majestade de atores e instituições compõe um valioso ativo para o futuro, quando a sociedade se der conta do engodo em que se meteu. A reconstrução do estado brasileiro, soberano e altivo, não será tarefa fácil, mas, ao menos, desta vez, saberemos com quem contar e com quem não. Saberemos onde começar a reforma das instituições e quais barreiras criar para impedir que jogadores sem escrúpulos possam novamente se apossar dos instrumentos de governação.
Fica o recado para os que apostaram no golpe. Sua ousadia cega os expôs. As máscaras caíram. A sociedade saberá como lidar com eles, para que não tenham nova chance. E aos que lutam, remando contra a maré, um afago, uma luz de esperança: não há mal que dure para sempre; a lição amarga por que passaram foi necessária para que não errem mais e saibam em que companhia devem andar e da qual devam se blindar. Amanhã será outro dia. Fonte:https://www.conversaafiada.com.br
Questionado sobre a possibilidade de disputar o governo do estado em 2018, como candidato do prefeito ACM Neto (DEM), o senador Otto Alencar (PSD) voltou a destacar a aliança com o governador Rui Costa (PT) e desconsiderou um rompimento.
Em entrevista a Mário Kertész, na Rádio Metrópole, na manhã desta segunda-feira (3), Otto lembrou ter chegado ao Senado com apoio do atual secretário de Desenvolvimento Econômico Jaques Wagner e do ex-presidente Lula (PT). "Tenho por convicção aquilo que eu acerto com o povo e também na linha de política. Para chegar ao Senado foi com apoio de Lula e Wagner. Fizemos uma aliança em 2010 e em 2014 e está sendo mantida essa aliança", afirmou.
"Rui tem correspondido a minha expectativa de olhar com seriedade, olhar de perto. Não é fácil nessa situação de crise, eu sei bem, já fui governador. Quem está assistindo Neymar driblar todos os outros jogadores e chegar na cara do gol e jogar pra fora, diz: 'Se fosse eu fazia o gol'. Que nada! Quem tá na arquibancada joga mais que todo mundo", ironizou.
Lula é a única saída por dentro do sistema político e partidário vigente. O ex-presidente é o único personagem do sistema em condições de oferecer uma agenda de reconstrução do Brasil depois da destruição aterradora promovida pelo golpe.
Dificilmente outro candidato ou candidata à eleição presidencial – seja num pleito antecipado pela queda do Temer, seja no calendário de 2018, se a eleição não for cancelada pelos golpistas – terá a mesma legitimidade popular e a autoridade moral do Lula para pacificar o país em torno a um projeto de reconstrução nacional e de restauração democrática.
Lula é um mito vivo. A transposição das águas do São Francisco freqüenta o imaginário do povo nordestino como um acontecimento de significado bíblico. Pode-se concordar ou discordar com esta analogia popular, mas a verdade é que somente alguém da estatura histórica dele tem o poder de produzir tal associação simbólica na subjetividade do seu povo.
Em todas as pesquisas de todos os institutos Lula é apontado com maiores chances de vencer a eleição. A cada nova pesquisa, esta tendência inclusive aparece mais forte. Os índices dele disparam na medida direta da desmoralização e deslegitimação do bloco golpista e da cleptocracia que assaltou o poder.
Lula pertence ao Partido mais preferido na sociedade, a despeito da estigmatização jurídico-midiática da qual é o PT é vítima. O desejo de “exterminar a raça dos petistas” e de liquidar com o PT não só não se efetivou, como parece ter se voltado contra a oligarquia fascista.
O PT tem 15% da preferência das pessoas pesquisadas. Esta preferência, que até recentemente era de quase 30%, diminuiu com a crise de todo sistema político, mas mesmo assim o PT continua sendo, de longe, o Partido preferido. Marcos Coimbra, do Vox Populi, explica que os 15% “significam uma coisa simples: que algo como 22 milhões de pessoas [eleitores] identificam-se com o partido; significa que há milhões de petistas distribuídos em todas as faixas e regiões brasileiras, apesar da campanha arrasadora e cotidiana que o partido sofre”.
Depois do PT aparece o PSDB, com 5%; seguido pelo PMDB, com 2%. Ou seja, o PT detém, na média do país, mais que o dobro das preferências somadas dos partidos pilares do bloco golpista, sendo 3 vezes mais preferido que o PSDB e 7 vezes mais que o PMDB.
Não é disparate prognosticar o crescimento, na próxima eleição, das bancadas de deputados e senadores, bem como do número de governadores eleitos pelo PT e pela esquerda, catapultados pela candidatura Lula. O contexto da eleição geral será muito distinto daquele da municipal de 2014, a começar pela presença do Lula na urna eletrônica e pela centralidade do debate sobre a reconstrução econômica, o resgate de direitos e a restauração democrática.
Em vista destes dilemas, a oligarquia testa novas e velhas estratégias. Uma delas seria a condenação arbitrária do Lula e a implosão da sua candidatura. O arbítrio, todavia, poderá deflagrar um enfrentamento violento, de proporção imponderável. A simpatia, o encanto e a empolgação das classes médias com o golpe e com a seletividade da Lava Jato diminuiu muito.
Outra alternativa seria o cancelamento da eleição de 2018 para evitar a vitória do Lula, evento que significaria o encerramento do golpe e o fim do regime de exceção. Com este novo golpe, a oligarquia arrisca gerar conflitos sociais de enorme magnitude.
A terceira alternativa, que está sendo testada, é a fabricação de um candidato por fora do sistema político e partidário convencional; um candidato competitivo para duelar com Lula. A inviabilidade do Aécio, Alckmin e de outros candidatos da direita não deriva somente do baixo potencial eleitoral e da identificação deles com os retrocessos do golpe, mas, também, da revelação do envolvimento deles em esquemas monumentais de corrupção.
O prefeito paulistano João Dória, do PSDB, é o corpo que veste o disfarce do “anti-sistema”, de um outsider. Ele faz uma manipulação explícita da própria condição de político tradicional para, assim, simular a imagem de gestor, de alguém de fora da política, de uma pessoa feita por si mesmo; um batalhador, um empreendedor.
Esta empulhação, porém, também tem seus limites. A construção da imagem deste candidato a Berlusconi brasileiro foi financiada por anúncios publicitários da alta burguesia paulista e por generosas verbas públicas dos governos tucanos. Dória não é um anti-político, é o pior dos políticos; é um fascista que faz do combate à política e à corrupção um instrumento de poder e de dominação da oligarquia.
Depois de acabar com as garantias trabalhistas, o governo de Michel Temer decidiu também enterrar um programa na área de educação criado pela presidente deposta Dilma Rousseff: o Ciência sem Fronteiras, que concede bolsas de estudos a alunos brasileiros em universidades dos Estados Unidos e da Europa.
A alegação oficial do ministro Mendonça Filho é a de que o programa não traz resultados e os recursos, da ordem de R$ 3,2 bilhões, podem ser usados em outras finalidades, como compra de merenda escolar para alunos da educação básica.
A informação sobre o fim do Ciência sem Fronteiras está na coluna de Lauro Jardim.
Com a presença do senador Lindenberg Farias, dos deputados federais Luiz Caetano e Valmir Assunção, do deputado estadual Jacó, do assessor especial do governador Rui Costa, Ivan Alex, do vereador de Uruçuca, Mateus Santos, dos ex-vereadores Nau de Danda e Carlos Magno e de políticos regionais, a ex-prefeita de Uruçuca e atual Superintendente de Políticas Territoriais e Reforma Agrária, da Secretaria de Desenvolvimento Rural do Estado da Bahia, Fernanda Silva lançou sua candidatura ao cargo de presidente do PT na Bahia. Com o salão da Maçonaria local totalmente lotado, a ex-prefeita foi recebida e ovacionada de pé, pelos presentes, na chegada ao local, fato que a deixou muito emocionada. O deputado Jacó lembrou da simpatia que a ex-prefeita vem angariando pela Bahia afora, pela sua candidatura. Já o assessor especial de Rui Costa Ivan Alex disse que o atual prefeito vem tentando se aproximar do governador, para se tornar aliado. O deputado Luiz Caetano falou do conhecimento e da capacidade administrativa de Fernanda Silva, enquanto que o deputado Valmir Assunção discorreu sobre os mal feitos do atual prefeito e finalizou dizendo que, neste mandato, o atual prefeito vai aproveitar para saquear o município e completou dizendo que não será surpresa, se voltar a ocorrer atrasos de cinco a seis meses, nos salários. O senador Lindenberg Farias falou sobre o início político de Fernanda, semelhante a sua, nos movimentos estudantis. No encerramento a ex-prefeita comentou sobre os benefícios que trouxe para população local, como o DISEP, PSFs, reforma da Praça Miguel Baracho, escola nucleada Domingos Correia, o Proasssit, Casa de Parto, Escolinha de futebol, asfalto no centro da cidade, dentre outros, e lembrou que alguns estão desativados, na atual administração.
A população de Uruçuca acolhe Fernanda Silva
“Todos nós sabemos que o atual gestor é um bicho preguiça e gosta de trair correligionários, como fez com o PT, em 2009, quando nos perseguiu. Hoje, desativou algumas conquistas que conseguimos para população como o Proassist, a Casa de Parto e a escolinha de futebol. Tenta se aproximar do nosso governador para conseguir recursos, que seguramente serão desviados e nas próximas eleições, em 2018, ir para outro lado. Nossa pretensão como candidata é se tornar a primeira mulher presidente do partido na Bahia, levando conhecimentos administrativos e exercendo o mandato, com zelo, de forma totalmente democrática”, pontuou a prefeita Fernanda Silva.