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sexta-feira, 28 de abril de 2017

BH MOBILIZADA PELA GREVE GERAL


Mesmo sob forte chuva e com a cidade parada, sem transporte público circulando, milhares de pessoas se reúnem na Praça da Estação em Belo Horizonte onde ocorre um ato contra as Reformas da Previdência e Trabalhistas e pela Greve Geral. #BrasilEmGreve





VEM DE GREVE BAURU, INTERIOR DE SÃO PAULO

Bauru, interior de São Paulo, contra a Reforma da Previdência. Manifestantes ocupam as ruas desde as 8h da manhã.
Colaboração da professora Lane Faulin Gamba, para os Jornalistas Livres


VEM DE GREVE ILHÉUS

FOTO: JACK MEIRA








VEM DE GREVE POÇO FUNDO/MG

Poço Fundo/MG também está na #GreveGeral. A cidade é conhecida pelo café orgânico e Agricultura Familiar, afetados pela Reforma da Previdência.
Fotos: Alício Rocha



VEM DE GREVE ITAMARAJU

A pequena cidade de Itamaraju/BA é de luta: cruzou os braços e foi às ruas na #GreveGeral#BrasilEmGreve



Greve já começou: nos Correios!

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Contra a gestão golpista dos Correios e os ataques aos trabalhadores (Crédito: Fentect)
Na noite dessa quarta-feira (26), 33 sindicatos da categoria aderiram à greve geral por tempo indeterminado. Mais uma vitória para os trabalhadores, que permanecerão unidos, lutando por direitos e pela empresa, contra a privatização. A paralisação foi colocada em pauta no XVIII Conselho de Representantes da federação, realizado no mês de março deste ano.
Ecetistas de todo o Brasil vão permanecer mobilizados enquanto a direção da ECT não recuar na retirada de direitos promovida com insistência. A empresa, que constantemente alega à mídia falta de recursos financeiros, com declarações negativas do presidente Guilherme Campos, mas permanece, no entanto, promovendo gastos exorbitantes com patrocínios e viagens de vice-presidentes, por exemplo.
Enquanto isso, promove intenso assédio moral contra os próprios empregados, ameaçando cortes como o das férias e cobranças, como no plano de saúde.
Preocupada com o lucro, a direção dos Correios tem abandonado o caráter social da empresa, com descaso à sociedade. Essa perderá, pois diversas agências já estão sendo fechadas. Boa parte da população brasileira não terá acesso aos serviços bancários e postais em locais onde os Correios são os únicos a chegar. 

Com isso, a diretoria da FENTECT ressalta que é preciso haver luta, sim, até que seja restabelecido o padrão de qualidade perpetuado nos mais de 350 anos de Correios. É hora de levantar as bandeiras de luta e ir para as ruas mostrar ao povo e à gestão da ECT que a categoria não vai aceitar o desmonte do patrimônio nacional. A estatal é dos brasileiros e precisa ser mantida, pelo bem dos 117 mil trabalhadores de todo o país e dos clientes espalhados no território brasileiro. 

Os sindicatos que aderiram à greve geral são: ACR, AL, AM, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MG, JFA (MG), URA (MG), MT, MS, PA, PI, PR, RJ, RN, RO, SC, TO, PB, PE, RS, SMA (RS).
Em São Paulo: RPO, BRU, VP, STS, CAS, SJO, SPI.

Um princípio de tumulto tomou conta do campus da Universidade Federal da Bahia (UFBA) em Vitória da Conquista. Com gritos de ‘Fora Temer’, os estudantes protestaram em um evento do Governo Federal. Ao final da solenidade de abertura, os jovens bloquearam o portão do campus, impedindo a saída de autoridades políticas, a exemplo do Ministro da Educação, Mendonça Filho, o prefeito de Salvador, ACM Neto, o prefeito de Conquista, Herzem Gusmão, dentre outros políticos. A Polícia Militar foi acionada e tentava conversar com os jovens para liberar os portões.

sdasdaad.jpgUm princípio de tumulto tomou conta do campus da Universidade Federal da Bahia (UFBA) em Vitória da Conquista. Com gritos de ‘Fora Temer’, os estudantes protestaram em um evento do Governo Federal.
Ao final da solenidade de abertura, os jovens bloquearam o portão do campus, impedindo a saída de autoridades políticas, a exemplo do Ministro da Educação, Mendonça Filho, o prefeito de Salvador, ACM Neto, o prefeito de Conquista, Herzem Gusmão, dentre outros políticos.
A Polícia Militar foi acionada e tentava conversar com os jovens para liberar os portões.

Greve geral: o que você precisa saber sobre a tentativa de parar o país pela 1ª vez em 20 anos


Bancários erguem cartaz de greve em frente a sede do Banco Central, em Brasília, em 2014
MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL

As principais entidades sindicais do Brasil convocaram uma greve geral contra a ampliação da terceirização e as reformas previdenciária e trabalhista para esta sexta-feira- há a promessa de adesão por parte de diversos setores do funcionalismo público e privado em todo o país.
Espera-se, por exemplo, que bancários paralisem suas atividades em ao menos 22 Estados, de acordo com informações da CUT (Central Única dos Trabalhadores), uma das centrais sindicais que convocaram a paralisação. Professores das redes pública e particular também dizem que irão cruzar os braços, assim como aeroviários e funcionários dos serviços de ônibus, metrô e trens.
Além da CUT, a greve é convocada por CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), Intersindical, CSP-Conlutas (Central Sindical e Popular), UGT (União Geral dos Trabalhadores), Força Sindical, Nova Central, CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros) e CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil).
Confira, a seguir, o que você precisa saber sobre a paralisação.

1. Qual será o tamanho da greve?

Embora muitas categorias tenham confirmado a adesão, é impossível saber de antemão. Por um lado, a pauta de reivindicações une todos esses trabalhadores. Por outro, décadas se passaram desde a última paralisação geral da dimensão pretendida, ocorrida em 1996.
O presidente da CUT, Vagner Freitas, afirma que esta "será a maior greve da nossa história", mas ele próprio reconhece que houve, no passado, tentativas frustradas. "Tivemos uma grande greve em 1989, outras greves tentamos fazer de lá para cá. Essa acho que vai ter uma adesão muito grande, todos os setores."
Especialista em Sociologia do Trabalho, o professor da USP Ruy Braga diz acreditar que a paralisação será de fato grande, mas lembra que é comum que ocorram deserções de última hora. "Muitos sindicatos ficam reticentes", afirma, citando medo de multas ou outras formas de punição.
Para ele, a Reforma da Previdência tem particularmente o potencial de atrair muitas pessoas para a greve.
"Segundo dados IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 80% dos lares brasileiros têm alguém que recebe algum benefício continuado ou Previdência. Isso tem um potencial de gerar indignação muito mais agudo que as outras reformas que foram propostas", argumentou.
Já Hélio Zylberstajn, professor do Departamento de Economia da USP, acredita que o movimento terá o mesmo tamanho das greves mais recentes. "Acho que vai ser igual a todas as outras que eles fizeram: de manhã vai ser muito forte e, lá pelas 10h, eles começam a liberar. Na hora do almoço, está tudo normal."
Ele argumenta que os organizadores conseguem fazer o transporte coletivo parar, montam piquetes e fecham as principais avenidas. "Não é uma paralisação maciça porque as pessoas todas param. É porque as pessoas são impedidas de ir trabalhar", diz.
Apesar disso, Zylberstajn reconhece que as reformas propostas pelo governo Michel Temer são mesmo muito impopulares, dando força para a greve.
Professores da rede pública de ensino em greve em 2015
PAULO PINTO/FOTOS PÚBLICAS

2. Quais setores vão aderir?

Os organizadores esperam que a greve inclua trabalhadores do transporte público, aeronautas, bancários, funcionários públicos e professores das redes públicas e privada, entre outros. Profissionais da indústria, como químicos e metalúrgicos, também prometem parar - incluindo aqueles que trabalham em unidades da Petrobras em pelo menos oito Estados.
Grandes aeroportos, como os das cidades de São Paulo, Campinas (SP), Rio de Janeiro, Brasília e Porto Alegre podem ser afetados. Rodoviários dizem que irão parar em cidades de pelo menos 13 Estados - na capital paulista e em Guarulhos, a ideia é que apenas 30% da frota esteja operando a partir da 0h desta sexta. Metroviários já acordaram parar em cidades de ao menos cinco Estados.
Portuários estão previstos para parar em menos três Estados - um dos portos que pode parar é o de Santos, o principal do país. Nos Correios, a greve já foi aprovada por pelo menos oito Estados.
Servidores públicos municipais, estaduais e federais, do Judiciário e comerciários também prometem aderir. Bancários já contabilizam adesão em no mínimo 23 Estados, mas nem todas as unidades fechariam.
Professores municipais, estaduais, universitários e de escolas particulares são algumas das categorias mais esperadas, embora a adesão varie muito de Estado para Estado.
Professores do DF em greve em 2015Direito de imagem(ANTONIO CRUZ/AGÊNCIA BRASIL)
Image captionHá protestos confirmados em Campo Grande, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Macapá, Maceió, Palmas, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Branco

3. Quais setores fazem uma greve ter sucesso?

Segundo Braga, da USP, os setores-chave são os mais disruptivos para a sociedade. Ou seja, trabalhadores que lidam com circulação de pessoas (ônibus, metrô, trem, aeroportos), bancários e funcionários públicos.
O professor também explicou que os professores, quando aderem em massa, também têm uma influência muito grande, uma vez que muitos pais acabam não tendo com quem deixar os filhos para sair para trabalhar. E como são numerosos, aumentam a massa de manifestantes quando participam de protestos.
"No caso de trabalhadores industriais, como metalúrgicos e petroleiros, acredito que o potencial disruptivo seja pequeno", afirmou.
Zylberstajn diz que os professores da rede particular aderiram para defender os próprios privilégios.
"Professoras no Brasil se aposentam depois de contribuir 25 anos para a Previdência, independentemente da idade. Uma professora que começa a trabalhar aos 20 anos se aposenta com 45. Onde a greve vai ser mais forte? Nos colégios privados: todos os colégios estão anunciando que não vai ter aula na sexta-feira", afirma.
A proposta atual de Reforma da Previdência estipula uma idade mínima para aposentadoria - 65 anos para homens e 62 para mulheres.

4. O que querem os grevistas?

A greve vem sendo articulada há cerca de um mês para fazer oposição às reformas Trabalhista e da Previdência e para protestar contra uma nova regra, sancionada em março, que libera a terceirização em todas as atividades.
"(Marcamos a greve geral) Fundamentalmente por causa de retirada de direitos, por causa de desmonte da Previdência, desmonte trabalhista, terceirização", diz Freitas, da CUT.
Algumas entidades que convocaram a paralisação são críticas ao governo Michel Temer como um todo, entre elas a CUT e a CTB, que foram contrárias ao impeachment de Dilma Rousseff.
Greve dos bancários em Brasília em 2016Direito de imagemWILSON DIAS/AGÊNCIA BRASIL
Image captionSetores mais disruptivos para a sociedade são os trabalhadores que lidam com circulação de pessoas, bancários, funcionários públicos e professores
Mas a greve também tem a participação de entidades mais próximas do governo. É o caso da Força Sindical, que tem vínculo com o Solidariedade, partido que faz parte da base aliada de Temer.
Miguel Torres, vice-presidente da Força, comparou a paralisação marcada para esta sexta-feira com a realizada há exatos cem anos, em 1917.
"Naquela época, era tudo desregulamentado (em relação a questões trabalhistas). Boa parte do empresariado quer que a gente retorne a 1917", argumenta.
A BBC Brasil procurou o governo federal para saber seu posicionamento diante da paralisação e se mandará cortar o ponto dos servidores grevistas, mas o Palácio do Planalto informou que não comentará o assunto.
A gestão Temer tem defendido as reformas como uma forma de recuperar a economia - e negado que elas irão tirar direitos do trabalhador.

5. Vai ter protesto?

Há protestos confirmados em diversas cidades, como Campo Grande (MS), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Macapá (AP), Maceió (AL), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Rio Branco (AC).
O tamanho dessas manifestações também é incerto.
Na capital paulista, a ideia é caminhar do Largo da Batata, em Pinheiros, até a frente da casa de Temer na cidade, que fica no Alto de Pinheiros, na zona oeste.
O ato é organizado pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, agrupamentos de partidos, entidades sindicais e outros grupos que têm vínculos com movimentos sociais - principais organizadores dos protestos contra o impeachment.
Fonte:http://www.bbc.com

Pobres pagam “preço amargo” de “soluções superficiais” no Brasil, diz Papa a Temer

Artigo originalmente publicado pela Revista GGN
Além de recusar o convite de Michel Temer para visitar o Brasil, o papa Francisco chamou a atenção do presidente da República de que os problemas brasileiros, “sobretudo com os mais pobres” que “pagam o preço mais amargo e dilacerante de algumas soluções fáceis e superficiais”, vão “muito além da esfera meramente financeira”.
As afirmações foram colocadas em uma carta do papa Francisco a Temer, negando o convite do mandatário, no fim de 2016, que convidava o líder da Igreja Católica a participar das celebrações dos 300 anos da aparição de Nossa Senhora Aparecida, que serão comemorados neste ano. O Papa afirmou que não poderia visitar o país devido a sua intensa agenda.
Na correspondência, o papa deu outros recados a Temer. Disse que está “rezando pelo país” e que acompanha “com atenção” os acontecimentos da maior nação da América Latina. Em clara referência às tentativas de aprovação das reformas, como a da Previdência, a Trabalhista, além do próprio Teto dos Gastos já em vigor, o Pontífice afirmou que “não se pode confiar nas forças cegas e na mão invisível do mercado”.
E foi além: “Sei bem que a crise que o país enfrenta não é de simples solução, uma vez que tem raízes sócio-político-econômicas, e não corresponde à Igreja nem ao Papa dar uma receita concreta para resolver algo tão complexo”.
Continuando: “Porém não posso deixar de pensar em tantas pessoas, sobretudo nos mais pobres, que muitas vezes se veem completamente abandonados e costumam ser aqueles que pagam o preço mais amargo e dilacerante de algumas soluções fáceis e superficiais para crises que vão muito além da esfera meramente financeira”.
No último ano, durante a inauguração de uma imagem de Nossa Senhora Aparecida no Vaticano, Francisco já havia manifestado que o Brasil estava passando por um “momento triste”, em referência à crise política, desde o impeachment de Dilma Rousseff. O papa também havia enviado uma carta não oficial em apoio à ex-presidente.
Nesta quarta-feira (19), Michel Temer e seus aliados tentaram minimizar a correspondência do representante da Igreja Católica. “Como latino-americano, o Papa reconhece a gravidade da crise e acreditamos que a reforma da previdência representa a síntese que responde a todas as questões apresentadas na carta”, contornou um parlamentar aliado de Temer, segundo a revista Época.
De acordo com a publicação, fontes do Planalto negaram que a recusa do papa seja um sinal de desaprovação ao governo Temer. “Ao ler a carta, Temer ficou feliz e viu que a mensagem do Papa coincide com o que ele tem feito no governo”, disse o deputado Arthur Maia (PPS-BA) após um encontro com o mandatário peemedebista.

Forças de Segurança Pública do Rio decidem aderir à greve geral de sexta-feira



Lideranças das polícias civil, federal, rodoviária federal e as demais entidades que formam a União dos Policiais do Brasil (RJ), decidiram quarta-feira (25) que vão aderir à greve geral convocada pelas centrais sindicais para o dia 28 de abril.
Em plenária realizada nesta quarta-feira, no Sindicato dos Servidores da Polícia Federal, representantes de Agentes, Escrivães, Papiloscopistas, Peritos e Delegados da Polícia Federal; Delegados, Investigadores, Papiloscopistas e demais cargos da Polícia Civil, e Policiais Rodoviários Federais, decidiram, por unanimidade, aderir ao movimento do dia 28 pela derrubada da PEC 287 (reforma da Previdência) e demais reformas "que colocam em risco os direitos dos trabalhadores brasileiros".
Todo o efetivo - que estiverem fora do horário de trabalho, ou de folga - dos órgãos de segurança, cujas representações tem assento na UPB/RJ, serão convocados para uma manifestação unificada com os demais servidores estaduais, às 15h em frente à Alerj e, em seguida, deverão seguir em passeata até a Cinelândia para se juntarem ao ato de protesto contra a reforma da previdência, convocado por oito centrais sindicais que terá início às 16h. A mobilização não atrapalhará o serviço dos agentes de segurança. 

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Sob ordem de Moro, empresa de auditoria PwC diz que Lula não participou do esquema da Petrobras

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Cumprindo ordens do Juiz Sérgio Moro, a PricewaterhouseCoopers, renomada empresa de auditoria independente, apresentou expediente, nesta segunda (24), para informar que durante a realização de auditoria na Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras, não foram identificados e nem trazidos ao conhecimento atos de corrupção ou atos ilícitos com a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em outras ações penais, advogados de Lula já pediram a juntada de relatórios de auditoria realizado pelas empresas ERNEST&YOUNG, KPMG e a própria PRICEWATERHOUSECOOPERS, que jamais indicaram em seus relatórios de auditoria qualquer ato ilícito, muito menos envolvendo o ex-Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva.

Leia o documento no Hasta Siempre.

Fonte:http://www.debateprogressista.com.br